Ximalavera

3 é o numero natural que segue o dois e precede o quatro.
O 3 é o segundo número primo e o primeiro número primo ímpar .
Para além disso, o 3 é o primeiro número primo de Fermat (n = 0) o seguinte é o 5.
O número 3 tem uma grande importância simbólica de união e equilíbrio.
Aparece na Santíssima Trindade, nos três poderes (jurídico, executivo, legislativo) e nos Três Mosqueteiros... 1,2,3 ...!
O três também é um número chave da democracia, pois é a quantidade mínima de pessoas necessárias para que se consiga tomar uma decisão em grupo.
O três é usado como pedido de socorro. No deserto ou em qualquer lugar remoto, basta fazer três fogueiras, porque três é um código universal.
Felicidade, criatividade, inteligência, versatilidade, energia, intelectualidade e optimismo, fazem parte do significado deste número.
O número 3 comporta as medidas geométricas do comprimento, da largura e da profundidade ou altura.
O 3 é síntese do crescimento, desenvolvimento e evolução.
É expansão, definição e desdobramento.
São 3 os momentos dialéticos da Tese / Antítese / Síntese que se expressam criativamente.
São três os tempos do verbo: passado, presente, futuro.
O três está na ANTHROP! 3 anos!


O projecto Anthrop tem como principal objectivo, promover o diálogo entre as tecnologias e saberes tradicionais portugueses e as novas formas de produção de objectos. Nascido da reflexão
acerca do tema design/identidade/globalização, é desenvolvido por artesãos, pequenas oficinas e designers, trabalhando em áreas multidisciplinares como a cerâmica, vidro, têxteis, madeiras, metais, entre outros.
Os projectos assentam na investigação e trabalho de campo, procurando nas funcionalidades, técnicas, motivos e materiais tradicionais, novas formas de utilização, gramáticas e normas adequadas a um uso actual. Desobrigados da relação escala/rentabilidade económica, os objectos valorizam as ligações emocionais com o seu utilizador, pelos materiais e tecnologias empregues, pelas referências ao lugar e ao local, pela preocupação cultural, social e ambiental.
Rejeitando a atitude dualista de um design de massas, industrializado, sobredimensionado e despido de referentes identitários, ou um outro centrado na cotação individual do autor, global mas igualmente inodoro, apostamos na responsabilidade do designer/artesão enquanto planificador e utilizador de processos e recursos, respeitador das diferenças culturais, do trabalho em equipa, da consciência de território e da importância dos objectos na vida quotidiana.